terça-feira, 28 de julho de 2009
Você poderá fazer compra com o seu celular
Os brasileiros que já usaram muito o cheque e hoje preferem os cartões como forma de pagamento vão passar a utilizar, daqui a um ou dois anos, o celular para fazer compras, prevê o consultor em finanças e professor da da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap) Marcos Crivelaro.
Atualmente, observa Crivelaro, bancos já oferecem aos clientes a possibilidade de acessar pelo celular o internet banking para verificar extrato da conta, saldo de poupança, pagar boletos e transferir valores, entre outros serviços. Pela internet também é possível usar sistemas de pagamento oferecidos por empresas especializadas que fazem intermediação entre clientes e fornecedores. Por esse sistema, explica o consultor técnico em tecnologia e professor de redes de computadores da Faculdade Módulo Ricardo França, o lojista ou prestador de serviço não precisa ter um contrato com cada bandeira de cartão de crédito, mas com essas empresas.
“Eventualmente, uma venda deixa de ser feita porque o cliente não tem uma bandeira. Se os fornecedores aderirem a essa tecnologia, facilita o relacionamento. Geralmente, a empresa cobra um percentual com qualquer bandeira de cartão de crédito e o custo é um pouco mais elevado”, afirma França.
Mas a expectativa, segundo Crivelaro, é que os consumidores possam pagar compras por meio do celular, em substituição ao cartão físico. Por esse sistema, é enviada uma mensagem para o celular do usuário com uma senha válida para a compra desejada. A senha é informada e a compra vem na fatura do cartão.
França lembra que o brasileiro é “um grande consumidor de tecnologia celular". As estatísticas, assinala, mostram que os brasileiros trocam o celular, em média, uma vez por ano. “O celular pode se tornar uma forma mais fácil de efetuar o pagamento tanto pela mobilidade quanto pela modernidade.”
Segundo França, o uso do celular é uma forma segura para as transações, porque não armazena informações sigilosas. “A priori, o celular não armazena senhas. É difícil um celular se infectado por vírus, que captam informações, como ocorre com os computadores. Por existir uma quantidade menor de risco, é uma forma segura de fazer pagamentos e outras transações”, comenta.
França acrescenta que as instituições financeiras investem em sistemas para reduzir os riscos não só para da internet pelo celular como via computador. “Não existe nada 100% seguro, mas há um investimento grande em tecnologia de segurança”.
A técnica da Fundação Procon de São Paulo Renata Reis afirma que na mesma medida em que as empresas estão buscando medidas para tornar o sistema mais seguro, os fraudadores tentam se aperfeiçoar. Mas ela ressalta que as instituições financeiras são responsáveis por prejuízos em caso de fraude. “O consumidor nunca vai poder pagar a conta por isso. É um risco do negócio quando a empresa oferece ao consumidor esses meios de pagamentos.”
Renata ressalta que o consumidor deve verificar os mecanismos de segurança disponíveis antes de escolher um meio de pagamento eletrônico. “É preciso observar todas as orientações passadas pela empresa para que, caso ocorra algum problema, ela não possa alegar que não foram seguidas as orientações.”
Segundo a técnica do Procon, essa atenção torna-se cada vez mais relevante por causa do aumento do uso dos meios eletrônico. Segundo dados do Banco Central, entre 2005 e 2008, a quantidade de cheques emitidos caiu 23%, enquanto que o uso dos cartões de débito cresceu 84% e de crédito de 65%.
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Combatendo o stress
O esgotamento no ambiente de trabalho nem sempre é irreversível. Para os aspectos médicos ou psicológicos você deve consultar um profissional habilitado que possa analisar o seu caso específico e lhe oferecer um tratamento; já para os aspectos do próprio ambiente profissional, muitas vezes há alternativas que você pode buscar sozinho.
Tire férias assim que possível. Tire 10 dias ou duas semanas de férias, e use para recarregar as energias. Se não for época de ir para a praia ou não puder viajar, simplesmente dedique-se a atividades de que você gosta e que não estava podendo fazer devido ao trabalho ou à preocupação constante.
Faça um balanço de suas atividades. Coloque na coluna dos ativos aquelas tarefas que você gosta de fazer ou que o fazem se sentir produtivo, e na dos passivos as que você ativamente desgosta, ou que lhe parecem inúteis ou sem valor. Reflita sobre o saldo geral desta conta,
Seja seletivo durante 2 semanas. Se estiver ao seu alcance, responsavelmente dê prioridade às tarefas que fazem você se sentir produtivo e genuinamente contribuindo para o sucesso de sua atividade, mesmo que isso signifique que as outras vão se acumular um pouco. Ou pelo menos altere o equilíbrio da sua distribuição de tempo em favor das tarefas “positivas”. Esta pausa para respirar pode prevenir o esgotamento, mesmo que depois você ainda vá ter de resolver as pendências que criou.
Reduza o tempo dedicado a tarefas secundárias “negativas”. Não gosta de ler e-mail? Passe a ler apenas no começo de cada turno. Odeia a burocracia? Deixe acumular tanto quanto responsavelmente possível, e aí faça o lote todo de uma vez. Não há como evitar estas tarefas seciundárias, mas você pode restringir o tempo dedicado a elas.
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sábado, 25 de julho de 2009
Terroristas podem usar internet para ataque nuclear
Após o susto provocado pelos ataques contra sites dos governos dos Estados Unidos e da Coreia do Sul no início deste mês, um novo estudo alerta para o risco de grupos terroristas utilizarem a internet para realizar um grande ataque nuclear.
O relatório, divulgado pela Comissão Internacional para Não-Proliferação Nuclear e Desarmamento (ICNND, na sigla em inglês), afirma que os sistemas de computadores e informações de muitos governos não estão protegidos o suficiente e que, dentro de determinadas circunstâncias, terroristas poderiam acessar estes sistemas e lançar um ataque nuclear de proporções mundiais.
O estudo, tema de um artigo publicado hoje pelo The Guardian, explica que os governos de diversos países que possuem tecnologia nuclear precisam melhorar a proteção dos seus sistemas de computadores e informações, a fim de evitar que uma guerra cibernética bem coordenada atinja níveis nucleares. "Esta é uma alternativa mais fácil para os grupos terroristas, ao invés de construírem ou comprarem armas nucleares, ou até mesmo se explodirem em ataques ao redor do mundo", alerta o relatório.
O autor do estudo, Jason Fritz, afirma que é remota a possibilidade de um grupo terrorista acessar diretamente um sistema de computadores governamental, mas alerta para diversas situações nas quais hackers insistentes poderiam utilizar informações técnicas de guerra para realizar ataques ou casos em que os criminosos poderiam alimentar redes governamentais com informações falsas ou espalhar notícias erradas, provocando situações como parte de algum golpe cuidadosamente planejado.
"Ciberterroristas podem provocar um ataque nuclear através de falsos alertas ou danificando redes de comunicação", afirma Fritz, alertando que estes sistemas não são tão protegidos quanto os sistemas que abrigam os dados nucleares.
Governos de muitos países começaram recentemente a investir em melhorias na defesa dos seus sistemas de computadores e informações depois de inúmeros incidentes nos quais hackers realizaram ataques em sites governamentais, como os ocorridos no último dia 4 de julho contra os Estados Unidos e a Coréia do Sul.
O estudo também alerta que, mesmo com o aumento da atenção dos governos para os riscos de ciberataques, o risco de um ataque inesperado continua alto. "Assim como o ataque de 11 de setembro foi um ataque sem precedentes com armas não-convencionais, assim também poderia ser um ciberataque", afirma.
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Robôs simulam partida de beisebol em universidade no Japão

Uma demonstração na Universidade de Tóquio mostrou robos simulando uma partida de beisebol, um projeto coordenado pelo professor Masatoshi Ishikawa.
Os robôs - na verdade, braços robóticos articulados - lançaram e rebateram bolas. O lançador consegue chegar a velocidade de até 40 km/h ao arremessar a bola de plástico utilizada na demonstração.
A precisão do lançamento é de cerca de 100%, informou a Associated Press.
A precisão do lançamento é de cerca de 100%, informou a Associated Press.
Ressaca: como sobreviver ao dia seguinte
Raros são os adultos que nunca passaram pela provação de uma grande ressaca. Alguns têm ressaca porque bebem demais, outros simplesmente porque bebem mal - desprezando toda a experiência acumulada de anos de civilização, e optando por encarar a garrafa com o estômago vazio, misturando bebidas e ultrapassando seu limite pessoal.
Talvez a melhor receita para encarar uma grande ressaca seja certificar-se de não ter nenhum compromisso no dia seguinte, de que sua casa tem tudo que você precisa para sobreviver ao dia seguinte sem colocar o pé na rua, e de que você bebeu para celebrar algo muito bom, para ao menos ter a ilusão de que o excesso valeu a pena.
Mas sejamos práticos: a melhor forma de evitar a ressaca em si é não beber álcool sem moderação. Além disso, raramente podemos contar com o luxo de passar o dia seguinte na cama, em um ambiente climatizado, com as cortinas fechadas e uma TV mostrando episódios antigos de Baywatch e The Nanny.
Vamos então a uma série de dicas sobre como evitar e “curar” a ressaca. Antes uma observação: adapte as dicas ao seu estilo de vida apenas quando as julgar aplicáveis com segurança - quando se trata da sua saúde, o melhor é consultar um profissional antes de experimentar qualquer procedimento. E, claro, o correto é nunca ingerir álcool além do limite seguro, e nunca beber se for dirigir.
Entendendo a ressaca
Pessoas com ressaca sentem uma série de sintomas comuns: dores de cabeça, dificuldade de se concentrar, prostração, mau humor e irritabilidade, problemas digestivos e dores no êstomago, náuses, vômitos… Além de processar o próprio álcool e outras substâncias presentes nas bebidas, em geral o seu corpo ainda tem que lidar com os efeitos de uma provável noite anterior longa e agitada.
E ainda é necessário contar com os efeitos psicológicos, seja os relacionados aos motivos que o conduziram a beber desse jeito, ou à lembrança do que você fez sob o efeito do álcool, ou ainda pela consciência do estado miserável em que você se encontra agora que acordou ;-)
“Curando” a ressaca
Não há remédios mágicos universais - a não ser que seu caso seja extremo (e aí é bom ir direto para o hospital), você terá que deixar o seu corpo processar ou colocar para fora o excesso que você ingeriu.
Mas há muitas alternativas que você pode experimentar para acelerar ou tornar mais tolerável o processo. Vamos a algumas delas:
Dilua o álcool: A ressaca está associada a desidratação. No dia seguinte, beba água em abundância, para combater este efeito e acelerar a “lavação” do organismo. Isto vai ajudar a evitar as piores dores de cabeça. Se você tende a usar o velho truque de tomar café para ficar acordado, procure antes por alguma alternativa, afinal ele também é diurético. Ou beba ainda mais água! Sucos de frutas (escolha as menos ácidas) podem ajudar também. Se possível, beba bastante água ou suco de frutas antes de ir deitar, para ajudar a combater os efeitos enquanto dorme. E se você for realmente preventivo, alterne as bebidas alcoólicas com água, suco ou refrigerante durante a noite, para já ir prevenindo e reduzindo o problema.
Coma direito, menino! O bar tende a oferecer salgadinhos, e assim aumenta o desejo de beber. Se você beber ao longo de uma refeição “de verdade”, como uma carne (rica em proteínas), ou uma massa, sempre em quantidades moderadas, é provável que sofra muito menos efeito no dia seguinte, devido à digestão da refeição em paralelo com a absorção de bebida - e menos bebida, porque não houve o efeito de aumento artificial do desejo de beber.
Antes também: Seu avô provavelmente aprendeu que um pão com bastante manteiga antes de beber ajuda a prevenir o porre, e ajuda mesmo. Um bom sanduíche antes de sair já é melhor do que sair de barriga vazia. Tem a ver com a disponibilidade de recursos de processamento na CPU do seu êstomago: se ele não estiver digerindo nada, pode se dedicar integralmente a absorver o álcool. Mas não erre na mão na hora de forrar o estômago, caso contrário, o efeito que você vai causar na hora em que seu estômago resolver colocar tudo para fora será muito mais intensamente colorido.
Use o bom senso: Não misture bebidas diferentes. Não beba se estiver usando medicação ou em tratamento médico. Não beba se estiver enfraquecido. Não dirija se beber!
Colabore com seu estômago: e com todo o sistema digestivo - especialmente o fígado. No dia seguinte, ingerir glicose e frutose (basicamente, doces e frutas) pode ajudar seu corpo a se livrar do álcool mais rapidamente. Evite comidas ácidas, gordurosas ou difíceis de digerir, quando você já estiver de ressaca. Chocolate, café, molhos apimentados, frutas cítricas são exemplos do que você deve evitar. Seu estômago já estará suficientemente ácido. Torradas com mel ou geléia, e um suco de frutas (mas não de laranja ou limão, se puder evitar - muito ácido), podem ser a base de um café da manhã. No almoço, uma sopa de legumes ou uma salada de legumes cozidos. Hora de ser saudável!
Cuidado com a lenda: Não é verdade que ressaca se cura com mais álcool. Pode ajudar a combater os sintomas a curto prazo, e pode ser uma boa desculpa para mais uma cervejinha ao acordar, se você não estiver com ressaca de verdade. Mas se estiver, tomar mais álcool só empurra um pouco mais pra frente o problema - uma hora o nível de álcool no seu organismo vai ter que se reduzir.
Não há desculpa para ser irresponsável: Mas se beber demais mesmo, ou se perceber que um amigo bebeu, a saída para evitar os efeitos ainda mais graves de uma intoxicação por álcool é o pronto-socorro. E se isto estiver virando um hábito, você pode estar a caminho de um problema mais sério, como a dependência ou as doenças do fígado. Se você está lendo o Efetividade para saber como lidar com isto, eis a resposta: procure ajuda profissional hoje mesmo.
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Colocando a vida em ordem com as dicas de… Bruce Lee
Bruce Lee tem uma história de vida interessante. Além de ter sido um ícone cultural como o principal responsável pelo início da onda de interesse ocidental por artes marciais nos anos 60 e 70, ele também influenciou o cinema no ocidente e oriente, e é visto por muitos como um modelo na busca da eficiência física e no domínio das artes marciais.
Não é um fato amplamente conhecido fora do círculo dos fãs, mas Bruce Lee também era graduado em Filosofia, pela Universidade de Washington. E a visão adquirida desta forma transpira para seus métodos e mesmo para seus livros de artes marciais. Quem leu o livro “Getting things done” (GTD) e conhece a citação de “mind like water”, sobre buscar ter a mente maleável e adaptável como a água, que simplesmente absorve o que é jogado dentro dela, se agita apenas durante o processo, e logo retorna ao seu estado original, talvez se surpreenda ao saber que Bruce Lee também defendia o mesmo princípio (para quem gosta: “Be formless… shapeless, like water. If you put water into a cup, it becomes the cup. You put water into a bottle; it becomes the bottle. You put it into a teapot; it becomes the teapot. Water can flow, and it can crash. Be water, my friend…”). Aliás, David Allen, o autor do GTD, também era praticante de artes marciais.
E as dicas de filosofia de vida que Bruce Lee registrou, quando analisadas separadamente, podem dar boa inspiração e provocar insights. Henrik Edberg montou uma pequena coletânea das dicas de Bruce Lee para colocar a vida em ordem, e eu trago a vocês algumas delas, com a minha própria interpretação:
O que você está pensando - hoje? Nossos pensamentos, planos e intenções do dia-a-dia devem refletir nossas metas e objetivos de vida, ou de longo prazo. A tendência é que aquilo que nós pensamos ou pretendemos a cada dia sirva de guia ou de limitação para o que podemos alcançar e produzir, e é muito fácil perder a coerência entre o curto e longo prazos.
Simplifique. A tendência de quem está procurando melhorar a vida é buscar acrescentar coisas. E pode ser bom, mas muitas vezes não temos o tempo ou a energia para realizar (ou aproveitar) o que buscamos acrescentar. Bruce Lee descreveu a sua visão sobre isso assim: “Não é o acréscimo diário, mas o decréscimo diário. Corte fora o que não for essencial”. Definir o que é essencial depende de cada um, mas o número de pessoas que eu conheço que estão estressadas por tentar fazer muitas coisas ao mesmo tempo só aumenta.
Aprenda sobre você mesmo observando as suas interações. Ou, como disse Bruce Lee, conhecer a si é estudar a si mesmo em ação com outras pessoas. Como as pessoas interagem com você, ou como reagem à sua presença ou às suas ações, pode ensinar muito a você. Todo mundo já ouviu isso, mas sempre vale lembrar que o que vemos, percebemos e entendemos sobre as outras pessoas pode muitas vezes ser um reflexo do que nós mesmos somos.
Veja o todo, e não apenas o seu lado. Não divida. Na hora de analisar algo, deixe de lado o posicionamento, a busca de saber quem está certo e quem está errado. Exceto nos momentos em que desejar ser conduzido pelas suas emoções, se você quer compreender algo, não seja a favor ou contra, observe a partir de uma perspectiva externa - conduza seu pensamento e suas emoções.
Não dependa de validação dos outros. Como disse Lee, “não estou neste mundo para satisfazer as suas expectativas, e você não está aqui para satisfazer as minhas.” E mais: “se exibir é a idéia que um tolo faz sobre a glória”. Depender de validação dos outros é uma busca sem fim, e acaba permitindo que os outros (mesmo sem saber) tenham o controle de como você se sente.
Seja proativo. Uma coisa é compreender as circunstâncias, e outra é criar oportunidades. É mais difícil não se limitar a seguir o que o resto do rebanho já está fazendo. Mas é mais recompensador, e mais efetivo, liderar e criar a oportunidade de se alcançar os objetivos, apesar das circunstâncias.
Seja você. Não adianta encontrar modelos e personalidades bem-sucedidas e tentar repetir seus passos. Você precisa ser você mesmo, expressar quem você é, e ter fé - no estilo “eu sou mais eu”. Seja genuíno e autêntico, e defenda quem você realmente é, e não um personagem.
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Redes sem fio: Como aumentar o alcance do sinal wireless
Tudo que você precisa é uma folha de papel comum, um pedaço de cartolina (pode ser também o papelão da tampa de alguma caixa ou embalagem), tesoura, cola e um pedaço de folha de alumínio - dessas que a sua mãe usa para dourar assados nas festas de fim de ano.
O vídeo acima (~6 minutos de duração) descreve e demonstra a solução, chamada de Ez-12 ou Windsurfer. Basicamente você precisa colar a folha de alumínio sobre a cartolina ou papelão, recortar usando o modelo do FreeAntennas.com, e encaixar os chanfros nos furos.
Simplesmente dobrar e curvar a folha de alumínio já serviria para aumentar o sinal, mas usar o modelo garante que a forma de parábola será mantida, e que a antena do seu access point ficará exatamente no ponto focal ideal para maior direcionamento.
Os caras do vídeo relatam que um micro que ficava distante do seu ponto de acesso e recebia sinal de apenas 82% passou a receber 100% imediatamente, assim que foi colocada uma antena Windsurfer no ponto de acesso Linksys.
Vale lembrar que a vantagem do efeito é direcional, e que tem recíproca: o sinal na direção oposta fica bastante reduzido.
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